COVID-19: Empresas também estão sujeitas à ganância de Bancos

Saúde-Financeira-de-empresas

 

A pandemia trazida pelo Coronavirus ainda possui proporções imensuráveis, e medidas de urgência são tomadas em todas as áreas para conter seu  avanço.

Decerto que  a insegurança na contração da doença nos tornam cautelosos, porém a preocupação com a renda também deve ser levada em consideração.

Nesse cenário temos que ficar atentos com tudo o que lemos e ouvimos a fim de entendermos melhor a situação.

O Banco Central do Brasil anunciou na última semana uma linha de crédito emergencial para empresas pagarem os salários de seus colaboradores.

Em seguida, os três maiores bancos atuantes em nosso país utilizaram a medida para ofertar a linha de crédito às empresas.

Entretanto não foi divulgado pela mídia que, sem as garantias ofertadas na medida divulgada pelo BACEN, os bancos se recusaram a ofertar o crédito.

Além disso, muitas instituições credoras estão se aproveitando da situação para condicionar a concessão dessas linhas emergenciais de crédito à concessão de outros produtos ou serviços bancários, com intuito de aumentar sua lucratividade.

Isso sem falar na dificuldade e burocracia que bancos estão impondo às pessoas interessadas nessas linhas.

Outro ponto de atenção esta no acréscimos de juros nos períodos de paralisação de pagamento de dívidas diversas.

Dessa forma, esse artigo visa clarear as informações de maneira direta a fim de evitar que o consumidor caia em novas armadilhas em produtos e serviços bancários.

Como funciona a linha de crédito emergencial para empresas pagarem os salários de colaboradores

Linha de crédito emergencial

O Banco Central do Brasil – Bacen, é uma autarquia responsável por controlar a economia e fiscalizar a atuação de bancos no país, além de colocar em prática as medidas tomadas pelo Conselho Monetário Nacional – CMN.

Dessa maneira, na última semana o Bacen divulgou a disponibilização de uma linha de crédito de R$ 40 bilhões para empresas com faturamento entre R$ 360 mil a R$ 10 milhões por ano.

O empréstimo tem como destino exclusivamente o pagamento do salário dos colaboradores dessas empresas.

Assim, aqueles que fizerem a contratação do empréstimo obrigatoriamente não poderão fazer demissões durante o período de dois meses.

Contudo o ponto chave da medida não esta na concessão do crédito em si, mas sim nas garantias de pagamento.

O Tesouro Nacional é o responsável por disponibilizar 85% dos recursos , e também arcará com 85% do risco da inadimplência.

Em suma, caso o empréstimo não seja pago pela empresa contratante, o prejuízo maior não será do banco.

Os recursos provenientes do Tesouro Nacional em grande parte são formados por valores captados através de impostos pagos por nós, cidadãos.

Assim, é justo falar que essa linha de crédito é em sua grande parte financiada por nós mesmos, e não um favor que bancos estão prestando à economia nacional.

Outro ponto que merece atenção esta em relação a dificuldade relatada pelos cidadãos em se beneficiarem  das medidas.

Algumas pessoas alegam que esta havendo uma imensa burocracia na aquisição dos empréstimos, além do condicionamento à aquisição de outros produtos ou serviços, como contratação de novos empréstimos, abertura de conta no banco ou até mesmo renegociação de dívidas já existentes.

De acordo com o Código de Defesa do Consumidor, é terminantemente proibido condicionar a venda de produto ou serviço a outro produto.

Outrossim, bancos estão aproveitando da situação para fazerem da crise uma forma de aumentarem ainda mais seus lucros e carteira de clientes.

Como empresas podem amenizar os efeitos da crise sem fazer aquisição de novos empréstimos

Coronavirus e os juros abusivosFazer a aquisição de empréstimos é uma medida que deve ser evitada ao máximo a pessoas e empresas.

Infelizmente o Brasil é um dos países que possuem uma das maiores taxas de juros do mundo.

E definitivamente fazer aquisição de empréstimos em um momento tão delicado quanto ao que estamos passando não é a melhor saída para enfrentar a crise.

Dessa maneira elencamos abaixo algumas medidas que empresários estão adotando para amenizar sua situação em meio a tantas incertezas.

1 – Levantamento financeiro

O planejamento financeiro é um dos pontos chave para entender a situação real de uma empresa a fim de prepará-la para crises como a que estamos vivendo.

Em algumas situações, um simples controle das finanças pode apresentar um cenário que talvez não seja tão grave quanto imaginamos.

Ou em casos mais críticos, fazer com que a tomada de decisões drásticas como corte de gastos ou investimentos seja acelerada,.

Um erro que muitas pessoas cometem e que agrava essa situação é misturar as finanças da vida pessoal com o caixa da empresa.

Isso pode levar a um descontrole do fluxo de caixa e fazer com que o empresário se baseie em informações não fidedignas do cenário atual.

 Algumas vezes a contratação de um profissional de finanças para organização da saúde financeira da empresa é fundamental.

Caso não seja possível, algumas ferramentas podem ser utilizadas como aplicativos e softwares de gestão financeira, onde facilmente podemos encontrar ótimos recursos a preços acessíveis ou até mesmo gratuitos.

2 – Combate à inadimplência de clientes

Certamente esse é um dos pontos mais críticos para quem visa sair do vermelho em uma situação de crise financeira.

O controle de recebíveis deve ser feito de maneira criteriosa a fim de evitar que os lucros fiquem comprometidos com descontrole de cobrança.

Dessa forma é fundamental saber exatamente quem são os devedores e buscar maneiras para amenizar a situação, como renegociação de dívidas e parcelamentos.

Outro ponto que deve ser analisado com critério esta na consulta de restrições de novos clientes.

3 – Verifique empréstimos com cobrança de juros abusivos

Algumas vezes fazer empréstimos torna-se inevitável , seja para manter o capital de giro ou fazer novos investimentos.

Entretanto o que poucas pessoas fazem é analisar se a concessão do empréstimo foi efetuada de maneira transparente pela instituição credora.

Em um país onde as taxas de juros são consideradas uma das maiores do mundo, combater a cobrança de juros abusivos é responsabilidade de todos.

Bancos e financeiras batem recorde de lucro ano após ano, sendo que grande parte desse lucro é proveniente da cobrança de juros desproporcionais em empréstimos, financiamentos, cartões de crédito e limites de cheque especial.

Assim, fazer uma análise do contrato de financiamento é fundamental para saber se houve ou não abuso.

No caso de haver constatação de cobranças irregulares de tarifas ou taxas excessivas, é possível fazer uma revisão de contrato.

A revisão de juros abusivos pode ser feita de maneira judicial ou extrajudicial, e quando feita por profissional capacitado e responsável, pode traduzir em redução de mais da metade da dívida em aberto.

No Brasil, a empresa Reis Revisional é líder em revisão contratual contra a prática de juros abusivos.

Sem dúvida  essa é uma das melhores maneiras para conseguir sair do vermelho em tempos de crise, além de deixar de pagar os abusos cometidos pelas instituições financeiras.

Outras medidas anunciadas em combate ao COVID-19

Medidas Empréstimos COVID-19

Além da oferta de linha de crédito especial para pagamento do salário de colaboradores, outras medidas já foram anunciadas como tentativa de amenizar a crise proporcionada pelo novo Coronavirus.

Dentre elas a que mais chamou a atenção foi a divulgação pelos bancos Itaú, Bradesco, Santander, Caixa e Banco do Brasil, da paralisação no pagamento de empréstimos e financiamentos por 60 dias.

Apesar de também ter sido uma medida  criada pelo governo com recursos e garantias oriundos de manobras do CMN, os bancos tomaram para si os créditos da manobra.

Entretanto o que mais repercutiu dentre as pessoas interessadas nessa prorrogação foi a manutenção da cobrança de juros.

Ao fazerem a divulgação, os bancos anunciaram que as parcelas seriam congeladas pelo prazo de 60 dias, dando a entender que não haveria cobrança de juros pelo período.

Contudo na prática não foi isso que aconteceu.

Após contratarem o serviço, muitas pessoas tiveram a surpresa de que haveria acréscimo de juros durante o período da paralisação.

Isso gerou uma imensa insatisfação nas pessoas, que puderam sentir na prática a ganância dos bancos onde claramente se aproveitaram da situação para aumentar seus lucros.

Porém independente de terem contratado o período de paralisação ou não, pessoas que possuem empréstimos pessoais, financiamentos de veículos, dívidas de cartão de crédito ou cheque especial podem e devem fazer a revisão.

A maior reclamação de consumidores esta na cobrança abusiva de juros, praticada de maneira deliberada por credores do país.

Esse tipo de cobrança encarece a dívida aumentando exponencialmente o lucro das instituições

Ao consumidor, o resultado é um aumento significativo no valor total da dívida.

Desse modo, essa prática deve ser combatida através da revisão contratual.

Como saber se minha dívida possui cobrança de juros abusivos?

Combate COVID-19 e Juros AbusivosPara descobrir se há ou não cobrança de juros abusivos é necessário fazer análise do contrato que gerou a divida.

Seja pessoa física ou empresas, todos temos direito a acesso ao contrato bancário de empréstimos, financiamentos, cartões de crédito ou serviços disponibilizados na conta como limites de cheque especial.

Quando o valor pago ao banco supera em demasia o valor devido, o consumidor pode estar sofrendo cobrança de juros abusivos.

Dessa forma, a melhor maneira de descobrir se há ou não abusos no contrato é através de um especialista.

A empresa Reis Revisional é líder no segmento, com experiência de quem já fez a revisão de contratos de milhares de pessoas e empresas.

Por meio de consultores especializados, a Reis Revisional identifica o excesso de juros em contratos de dívidas bancárias, reduzindo os valores para devolver o equilíbrio contratual na relação de consumo.

Na prática, a Reis Revisional tem as ferramentas certas para retirar o excesso de juros, gerando economia financeira real com garantia em contrato.

Para saber se seu contrato possui ou não juros abusivos, faça o Cálculo Revisional Gratuito e descubra quanto você pode economizar em sua dívida.

Willian dos Reis
Willian dos Reis
Co-fundador da empresa Reis Revisional, consultoria especializada na luta contra a cobrança de juros abusivos no Brasil, gerando economia financeira e proporcionando o equilíbrio nas relações de consumo entre seus clientes e Bancos e Financeiras. Condecorada pela LATIN AMERICAN QUALITY INSTITUTE na categoria de Consultoria Financeira, foi premiada por sua preocupação na gestão da qualidade com certificação emitida pela LAQI, reconhecida pela ONU.

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